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28/06/2018

Herança maldita: Número de empresas no Brasil diminui 1,3% de 2015 para 2016, mostra IBGE







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Herança maldita: Número de empresas no Brasil diminui 1,3% de 2015 para 2016, mostra IBGE



Por: http://www.pps.org.br

A política econômica do PT (Partido dos Trabalhadores) sob o governo da ex-presidente Dilma Rousseff  foi responsável pelo alto índice de desemprego e o fechamento de milhares de negócios no Brasil. Segundo dados do IBGE, o número de empresas ativas no País em 31 de dezembro de 2016 chegou a 5,05 milhões, 1,3% a menos do que no mesmo período do ano anterior (5,11 milhões). Já o total de pessoal ocupado nessas empresas caiu 4% nesse mesmo tipo de comparação, ao passar de 53,54 milhões em 2015 para 51,41 milhões em 2016.


O pessoal assalariado caiu 4,4%, de 46,56 milhões para 44,52 milhões. O percentual de proprietários e sócios de empresas recuou 1,3%, de 6,98 milhões para 6,89 milhões.


O total de salários e remunerações em 2016 ficou em R$ 1,61 trilhão, 3% abaixo do R$ 1,66 trilhão do ano anterior. O único indicador que apresentou crescimento foi o item média mensal de salários e outras remunerações, que cresceu 0,7% em termos reais, de R$ 2.643,56 para R$ 2.661,18 (ou três salários mínimos).


Empresas


O setor de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas representava 38,4% de todas as empresas ativas no país em 2016, bem à frente do segundo colocado, as atividades administrativas e serviços complementares (9,2% do total).


Pessoal ocupado


O setor de comércio e reparação de veículos também liderava o percentual de pessoal ocupado assalariado (19,8%). Em relação a 2015, o segmento teve queda de 3% no total de pessoal ocupado assalariado.


Outros setores importantes, como administração pública, defesa e seguridade social (que representava 16,9% do total assalariado) e as indústrias de transformação (16,3%) tiveram queda no pessoal ocupado assalariado. As indústrias de transformação tiveram queda de 5,1% nos empregados e a administração pública, de 3,1%.


A maior queda no total de pessoal ocupado assalariado, no entanto, foi percebida no segmento da construção (que representa 4,5% do total) – recuo de 20,5%, ou seja, de 512 mil trabalhadores de 2015 para 2016.


Warlen Rodrigues, de 31 anos, foi um dos trabalhadores da construção que perderam o emprego no setor, em 2016. “Desde 2010 que eu trabalhava nessa área. Devido à crise, a construção civil caiu. Fui demitido em 2016. A última obra em que trabalhei foi na Linha 4 do Metrô do Rio. De 2014 para cá, foi caindo mesmo o trabalho, até que em 2016 parou mesmo. Aí não tinha mais pra onde correr, foi a hora que todo mundo foi mandado embora, eu tenho amigos que estão desempregados até hoje. Aí eu fiquei uns seis meses desempregado e depois consegui arrumar um trabalho de motorista”, conta.


A maior parte do pessoal ocupado assalariado em 2016 trabalhava em empresas com mais de 250 empregados: 23,52 milhões ou 52,8% do total. Os homens representavam em 2016, 55,6% do total do pessoal assalariado. Os trabalhadores sem nível superior eram 78,3% do total dos trabalhadores assalariados.


Salários


Em relação ao salário médio real mensal, o setor de eletricidade e gás era o que pagava melhor em 2016: R$ 7.263,19. Já os menores salários eram encontrados no segmento de alojamento e alimentação: R$ 1.363,30.


Em relação ao tamanho das empresas, quanto maiores, melhores eram as médias salariais. Naquelas com mais de 250 trabalhadores, o salário era de R$ 3.420,71 em 2016, enquanto naquelas com menos de 10, a remuneração era de apenas R$ 1.463,81 no mesmo ano.


As mulheres continuaram recebendo salários, em média, menores do que os dos homens. Enquanto a média entre os trabalhadores do sexo masculino chegava a R$ 2.895,56 em 2016, entre as mulheres, a média era de R$ 2.368,98 no mesmo ano.


A discrepância entre trabalhadores com nível superior e aqueles sem faculdade é grande. Enquanto aqueles com educação superior receberam em média R$ 5.507,82 em 2016, os trabalhadores sem graduação ganharam R$ 1.866,89.


Diferenças regionais


Entre as unidades da Federação, também é possível encontrar diferenças nos salários e outras remunerações. Enquanto no Distrito Federal, a média salarial era de 5,3 salários mínimos em 2016, na Paraíba e em Alagoas, a média era de apenas 2,2 salários mínimos.





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