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08/09/2009

Pesquisa acentua tendência da vitória de José Serra, diz Freire








Por: RáDIO PPS

Por: Valéria de Oliveira





"A pesquisa não mostra mais uma fotografia, mas uma tendência, que vem se mantendo a cada levantamento", disse o presidente do PPS, Roberto Freire, ao comentar a pesquisa CNT/Sensus, que traz o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), isolado na dianteira da corrida sucessória de 2010. No primeiro turno, ele mantém uma média de 40% das intenções de voto, dependendo do cenário, contra um máximo de 19,9% da ministra Dilma.




Na sondagem sobre o segundo turno, Serra alcança 49,9% contra 25% de Dilma que, em comparação com a pesquisa passada, caiu 3,7% pontos. Na conclusão do levantamento, o instituto Sensus afirma que o governo, na seara eleitoral, está sem plano "B", porque o desempenho do ex-ministro Palocci, uma espécie de "curinga", é muito ruim.




Leia ainda: Pesquisa fortalece oposição, amplia vantagem de Serra e mostra queda governista




Freire adverte, no entanto, que aqueles que estão com Serra não devem partir para o "discurso da euforia", mas avaliar a pesquisa com "aquela que sempre foi a nossa prática, de analisá-la com o relativismo que ela implica". Nesta conjuntura política, mesmo com toda a propaganda do governo em torno do pré-sal, diz Freire, a candidata oficial sofre queda, o que é muito significativo. Para o ex-senador, Lula insiste na candidatura da ministra porque teme que, ao apostar em outro candidato petista, tire seu partido do segundo turno.




Palocci




Sobre a candidatura do ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci, que num embate de segundo turno com Serra teria, segundo a pesquisa, 11%, Freire afirmou: "Ele não será candidato porque, mesmo absolvido (pelo STF), o caseiro Francenildo não vai deixá-lo em paz, porque a sociedade não aceitou a decisão do Supremo". Para Roberto Freire, "ninguém, em sã consciência", admite que a quebra de sigilo do caseiro não foi determinada pelo então ministro".




Governo




Ao avaliar a queda de 4,7% na popularidade do presidente da República e de 4,4% no desempenho de seu governo, em relação a maio, Freire disse que "Lula começou a sua descida, e não tem pré-sal que a impeça". Na opinião de Freire, é o início do desgaste da administração do petista, que "acumulou bobagens demais, muitos erros, equívocos, e a sociedade está despertando para a realidade de que esse é um governo de marketing".




Para exemplificar essa marca do governo, Freire compara "o Lula mascate do etanol e dos biocombustíveis no mundo, falando contra o petróleo, defendendo uma alternativa e agora com o homem com as mãos sujas de petróleo, com o pré-sal; é muito contraditório, a cada momento ele é uma coisa".




O presidente usou cadeia de rádio e TV para convocar o povo a pressionar o Congresso a aprovar os projetos do pré-sal. Ele mandou as matérias com regime de urgência, com apenas 45 dias para cada Casa analisar. "Isso é um desrespeito; lamentavelmente, a base do governo perdeu a vergonha. Queria a retirada da urgência, mas Lula passou um pito nela; sinal de que são todos um Mercadante", lamentou Freire.






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