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22/04/2009

Alerta do PPS na TV sobre intenção de Lula de mexer na poupança tem grande repercussão







Foto: Reprodução
Alerta do PPS na TV sobre intenção de Lula de mexer na poupança tem grande repercussão
Poupança: Jungmann diz que bancos é que devem pagar a conta.


Por: Da Redação

Teve grande repercussão o alerta do PPS na TV (assista aqui) sobre a intenção do governo Lula de alterar as regras de remuneração da caderneta de poupança, o investimento com maior credibilidade no país. Os diretórios do partido em todo o país receberam centenas de ligações de eleitores, preocupados em ver a administração petista repetir uma medida tomada pelo ex-presidente Fernando Collor, que sequestrou o dinheiro dos brasileiros. Confira outras inserções do PPS.

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Nas inserções partidárias exibidas na televisão e nas redes de rádio, o deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE) critica a intenção do governo Lula de alterar as regras da poupança ao mesmo tempo em que empresta o dinheiro dos brasileiros ao FMI. "O governo vai mexer na poupança como fez o governo Collor. O PPS vai lutar para que isso não aconteça", garante o parlamentar. O alerta voltará a ser exibido nos dias 25 e 28 de abril, em rede nacional de televisão, sempre a partir das 19 horas.

Segundo o secretário-geral do PPS, Rubens Bueno, o governo vem anunciando há várias semanas que vai mexer na caderneta, mas a população ainda não havia dado a devida importância para a gravidade do fato. "Como partido de oposição, estamos denunciando que isso virá contra os interesses do pequeno poupador e em benefício de bancos, de grandes especuladores, do sistema financeiro como um todo. Por isso, a necessidade do partido avisar desde já que não aceitará mudanças na poupança", afirma Bueno.

Para o dirigente do PPS, o governo do PT repete sua velha rotina de beneficiar os grandes em detrimento dos pequenos. "Nesse governo é sempre assim. Se privilegia os grandes em detrimento dos pequenos, da camada mais humilde da população".

A alegação do governo para mexer na poupança é de que, com a crise e a queda de juros, a caderneta se tornou mais atrativa do que os fundos de investimento, o que poderia causar uma migração em massa de investidores para ela. O que o governo não diz é que ele teme perder impostos, já que a caderneta é isenta, e os bancos também não abrem mão das taxas e dos altos lucros que obtiveram durante a fase de bonança da economia mundial. Nessa época, ninguém do governo do PT levantou a bandeira de aumentar a remuneração da poupança. Se contentaram em assistir os megaespeculadores ganhando rios de dinheiro, enquanto o pequeno poupador ganhava uma "mixaria" com seu dinheiro aplicado na poupança.





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