13/04/2005
Debate Nacional em defesa dos direitos dos trabalhadores
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O debate promovido pelo Sintec-SP (Sindicato dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo) no Auditório Franco Montoro (prédio da Assembléia) nesta terça feira (12/04) reuniu perto de 500 pessoas para discutir questões relativas à reforma trabalhista e sindical. O Sintec-SP completa 18 anos nesse ano, e planeja diversas ações efetivas em prol dos profissionais de nível técnico.
O deputado Arnaldo Jardim (líder do PPS) abriu o debate destacando a importância e a grandeza das ações em que o SINTEC-SP tem desenvolvido em nosso estado favorecendo e oferecendo uma capacitação profissional do mais alto grau. Arnaldo aproveitou ainda para destacar as presenças do presidente do SINTEC-SP, Wilson Wanderlei Vieira; do vereador de São Bernardo do Campo, Alex Manente; do presidente da CGT, Antônio Fernandes dos Santos Neto e do presidente do Crea-SP, José Eduardo de Paula Alonso.
Segundo o presidente do Sintec-SP, Wilson Wanderlei Vieira, “o movimento de luta dos profissionais de nível técnico está completando 25 anos e até hoje, quando olhamos para trás, nos orgulhamos de todas as vitórias conquistadas. Portanto – prosseguiu -, nós do Sindicato dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo e da Federação Nacional dos Técnicos Industriais, temos a incumbência de agir para que os trabalhadores não saiam enfraquecidos após a reforma, já que, dentro dos planos do texto atual, é isso que acontecerá”, concluiu Vieira.
O vereador Alex Mamente, por sua vez, achou muito proveitoso o encontro. “Acredito que este deva ser o espírito do sindicalismo brasileiro, que é o de dar condições profissionais ao trabalhador, bem como amparo legal em seus passos. O Brasil, sem dúvida, tem dado passos importantes neste sentido”, disse o vereador.
Os principais pontos da reforma sindical que foram debatidos durante o encontro na Assembléia Legislativa, foram, extinção do imposto sindical, unicidade sindical, regras mais rígidas, onde abertura de novos sindicatos será dificultada , reconhecimento legal das centrais sindicais, criação da contribuição negocial e criação do CNRT – Conselho Nacional de Relações do Trabalho e Arbitragem – criada para solucionar conflitos entre patrões e empregados.
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